A deputada federal Margarete Coelho (Progressistas) negou que esteja passando por um momento de desconforto nos bastidores do partido. O imbróglio gira em torno da indicação para a Secretaria do Meio Ambiente (Semar), feita pela deputada à irmã Sádia Castro, que tomou posse nesta segunda-feira (06/05). Já que a indicação do Progressistas foi o deputado José Maia Filho (Progressistas), o Mainha, que não foi escolhido pelo governador, gerando descontentamento.
Em entrevista exclusiva ao OitoMeia, Margarete Coelho afirmou que tudo não passa de uma “pretensão resistida” e que compreende os fatos. Ela também destacou que não há qualquer tipo de crise no Progressistas e disse ter tratado do assunto apenas uma vez quando desmentiu que havia um convite feito ao Mainha.
“Não há crise no meu partido, não fiz nada a revelia, presidente Júlio Arcoverde nunca tratou comigo desse assunto. A única vez que tratei, foi para desmentir que havia um convite para o deputado Maia Filho. Todas as minhas conversas com o governador, o senador Ciro Nogueira foi informado. Então, as vezes, você tem uma pretensão resistida e você se chateia, se aborrece. Mas, isso é coisa da política e do dia a dia”, afirmou a deputada.
A ex-vice governadora argumentou que o governador buscava alguém com expertise na área ambiental. E que a partir daí surgiu o nome da irmã Sádia Castro que tem mestrado, doutorado e pós doutorado em educação ambiental. Quando questionada sobre como anda o clima dentro da sigla em relação a postura adotada por ela, a deputada negou um mal estar.
“Não que eu tenha conhecimento. Não houve demonstração disso na reunião disso quando sentamos na mesma mesa”, disse brevemente.
Oitomeia
Emanuel Vital


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